
Quando Airton Senna partiu, Alan Prost declarou que havia perdido sua referência. Porque a concorrência nos incomoda e isso não é de todo ruim, também nos faz melhorar, nos mostra que é sempre possível fazer diferente. Conhecer a competição é fundamental para a sua estratégia. Use essa ferramenta para apoiar suas decisões de preço, de marketing e gestão, comparando suas forças e suas fraquezas com quem divide o mercado com você.
Faça um roteirinho básico e vá passear:
1. Como estão as vitrines? Alguém caprichou mais que você?
2. E a arrumação das lojas? Inovações?
3. Como está o mix de produtos e marcas? Alguma mudança importante?
Mas não pare por aí:
1. Como é que a concorrência fez ou vai fazer seu lançamento?
2. Como estão se comunicando com seus clientes e com o mercado?
3. Como está a imagem desses seus concorrentes?
4. Quem está puxando os lançamentos?
5. Quem realmente mostrou algo novo?
Nessas andanças e pesquisas, mantenha o foco em sua cliente-alvo. E aproveite para reparar que quem se propõe a atender todos os públicos acaba não atendendo ninguém.
Como não vendemos pãozinho, as vendas não vão ocorrer porque queremos que aconteçam. Isso é uma batalha e precisamos nos armar. Trabalhar com diferencial em produtos e em atendimento. Marcar preços compatíveis com a realidade e com a rentabilidade esperada. Imagem, imagem, imagem. Um trabalho difícil e frágil, que exige nossa atenção diária porque envolve só tudo.
Compare a lista de pontos fortes e fracos da concorrência com a sua própria lista, honestamente. E vamos buscar meios de tornar a loja uma referência.

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